Governador Confúcio Moura tem até o dia 9 de fevereiro para evitar uma greve geral na educação

 Hoje (01/02) em Rolim de Moura na sede do Sintero, houve  uma  assembleia  com os Trabalhadores em Educação da Zona da Mata.
A categoria não concorda com a resposta recebida do secretário de Estado da Educação e decidiu que se até o dia 09/02 não houver uma resposta do governador, as atividades serão paralisadas.
 Na Regional da Zona da Mata  ficou claro que os trabalhadores em educação não vão aceitar reposição salarial de apenas 6% e cobram, principalmente, a melhoria da proposta de reajuste salarial, além de uma proposta efetiva de calendário de pagamento da licença prêmio em pecúnia, e um posicionamento claro sobre a reformulação do Plano de Carreira.
Sobre o reajuste, o motivo do descontentamento é a defasagem salarial de professores e técnicos. O salário dos professores de Licenciatura Plena está cada vez mais próximo do piso do magistério, e com o aumento do salário mínimo para R$ 622, a maioria dos técnicos administrativos terão vencimento abaixo desse valor.
Com relação à licença prêmio, o descontentamento é geral, pois o governo negou a concessão da licença e criou uma expectativa de pagamento, mas no final do ano pagou o benefício a uma minoria, causando revolta na maioria que não recebeu.
 De acordo com a  avaliação feita pelos trabalhadores em educação, o Governo não atendeu  alguns dos principais itens, como  a extensão do auxilio transporte para os servidores do interior do Estado, reformulação  do Plano de Carreia e o pagamento das licenças premio em pecúnia.
Regional da Zona da  Mata – A categoria decidiu pela realização de uma nova assembleia na sexta-feira, dia 10/02.
Só uma resposta concreta do governador Confúcio Moura às reivindicações dos trabalhadores em educação poderá evitar uma greve geral no ensino público estadual.